7 de fev de 2012

Desejando acreditar


Ainda não acredito quando me pedes para que eu diga que te adoro.
E me pedes uma história, uma graça, um beijo, um abraço, um afago qualquer...
Não acredito, é certo, mas quase me derreto por inteiro...
Sonho, desejo... acreditar.
É que quando isso acontece, sinto-me seguro, sujeito importante pra ti.
Lá no fundo, sei que é teu jeito humilde de valorizar quem está ao teu lado.
Mas tu fazes tão bem feito, que finjo não perceber, finjo que acredito que muito me queres, que muito te importo...
Onde já se viu, alguém como tu precisar de alguém como eu?
Tu, um mundo completo de tudo!
Precisarias mesmo de mais alguma coisa?
Olhando daqui, não acredito...
Mas é meu maior anseio me deixar levar.

8 comentários:

  1. Quando estamos apaixonados não nos julgamos dignos do outro. É normal.
    Te desejo o melhor :)
    Estou de volta, perdoe-me a ausência!!
    Abraços.

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    1. Acho bom mesmo não sumir mais!rs Você faz falta, meu doce!
      Abração!

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  2. É duro quando algumas pessoas SABEM PEDIR as coisas da melhor forma ... uma forma carinhosa, uma forma cativante. Aaaah!

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    1. Nem me fale, Cleber! Fica difícil não ceder... e não acreditar...rs
      Abraço!

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  3. FLÁVIO, sim tomei uma decisão e agora ou vai ou vai.

    http://this-dark-room.blogspot.com/2012/02/ghost-of-you.html

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    1. Você já sabe o que eu penso sobre isso...rs
      Abraço, querido!

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  4. Haha, esse aqui eu queria ter lido antes, não tenho certeza se é algo universal ou se costuma acontecer mesmo com os supostos inseguros.

    Também vivo imaginando a vida de algumas pessoas sem mim, e juro que chego em conclusões nem um pouco animadoras. Daí vem aquele medo chato de perder a pessoa, afinal se ela não precisa tanto de nossa presença qual o pôrque de tanto afeto? Será que somos mesmos dignos? E se a pessoa ''acordar'' e começar a pensar desse jeito também? Talvez por isso nunca escrevi nada sobre rsrs'

    Ficou muito bom Flávio, parabéns!

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    1. A gente limita os outros pelos nossos limites, Thiago. Seja tanto pra coisas boas, quanto pras ruins.
      Ainda me surpreendo -e insisto na desconfiança- quando encontro alguém que faz as coisas com desinteresse. E é aí que percebo que estou medindo os outros por mim, interesseiro e mal intencionado que sou.
      Obrigado por ampliar a reflexão!
      Grande abraço, Thiagão!

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